Paint Pastel Princess
São 0347. Estou preso dentro dum prisma oblíquo que é neste momento o espaço da minha realidade. A sua matéria é constituída por emoções perdidas, desconexas e em avulso. No meio de um nihilismo alcoólico, uma fotografia furtada cativa o fluxo do meu pensamento. A encruzilhada cogitativa em que me encontro conduz-me recursivamente e infinitamente a ela própria. De repente, o bater do meu coração pára.. sinto a explosão líquida duma pinga de histeria ao colidir com o chão.. o compasso do coração recomeça.
Algumas frases mentais soltas rodopiam no seu flutuar pelo espaço.
A rapariga da fotografia coa o meu mundo recolorindo-o com os tons pálidos do pastel.
Eu amo-a.
A banalidade da rapariga da fotografia é, afinal, o lado angélico de tudo.
Eu amo-a.
A rapariga da fotografia...........ela n ã o é minha.
Eu amo-a.
Esbarro-me num dualismo impossível e afogo-me.
O relógio fisiológico desperta-me para o fim do dia. Saio de coma, desenrosco a cabeça e pouso-a na mesinha de cabeceira. Deito-me na cama e desligo-me.
Algumas frases mentais soltas rodopiam no seu flutuar pelo espaço.
A rapariga da fotografia coa o meu mundo recolorindo-o com os tons pálidos do pastel.
Eu amo-a.
A banalidade da rapariga da fotografia é, afinal, o lado angélico de tudo.
Eu amo-a.
A rapariga da fotografia...........ela n ã o é minha.
Eu amo-a.
Esbarro-me num dualismo impossível e afogo-me.
O relógio fisiológico desperta-me para o fim do dia. Saio de coma, desenrosco a cabeça e pouso-a na mesinha de cabeceira. Deito-me na cama e desligo-me.
